Estamos finalizando o ano de 2008, entre alguns solavancos... alguns com saldos positivos e outros em puro negativismo. Depois de tantas notícias que poderiam marcar o ano como um dos melhores da atualidade para o Brasil, afinal já dava para visualizar um daqueles pronunciamento do presidente antes da virada, iniciando com o já batido jargão " Nunca na história deste país" , 2008, como em outros anos, ficará na memória de muitos empresários como um ano preocupante, pois além da nova fonte de petróleo na baixada santista que projetava ao Brasil a consolidação de sua auto-suficiência, além dos índices do mercado interno exibindo de forma jactânciosa seus resultados em comparação com seu histórico, além do crescimento do nível de empregabilidade entre a regiões econômicas brasileiras, a crise financeira mundial aparece, digo, desaba em nosso cotidiano com tanta força e alarde, que força-nos a lembrar de uma palavra que, dificilmente associaríamos a 2008: Recessão, principalmente na europa!
A crise financeira, dividiu o ano entre 2008A e 2008B e é a partir daí que o mercado se transforma em refém da especulação, bolsas em todos os paíse saem do +15% e despencam até o - 30% em questão de horas; governantes se reúnem, assim como suas equipes econômicas para tentar manter a serenidade (que já era volátil, mas agora então era fictícia) do mercado, e mesmo assim notícias de bancos quebrando e/ou se desfazendo lotam o noticiário.
Este resumo todos estamos cansado de ouvir e ler nos dias de hoje, apesar de no Brasil, ou na América do Sul como preferir, a economia tem sofrido menos com a crise, podemos notar que o produto mais vendido neste final de ano no mercado interno é: o crédito, sim, mais uma forma de tentar iludir o mercado com um:-"tá tudo bem!"
O governo têm aumentado o prazo para a quitação de impostos, empresas têm se esforçado para conseguir créditos junto aos bancos, enfim um emaranhado de subsídios para forçar um final de ano perto do normal, mas e 2009?
Imagino que o mercado continuará se esforçando para se manter, mas com o anúncio da meta de crescimento divulgado nesta semana de apenas 4% no PIB, estamos para viver uma desaceleração forte em nosso crescimento, e onde quero chegar relembrando isso tudo? Na cotação de frete para 2009!
Em algumas pesquisas, pude observar algumas variáveis que o setor contempla para a atualização de sua cotação, entre elas podemos citar: preço de combustível, renovação da frota, mão de obra, situação das estradas, complexidades na guerra fiscal entre estados, enfim uma série de pontos que dependendo da conjutura do mercado justificam, mas agora não... O barril de petróleo foi super desvalorizado em 2008B, apesar da petrobrás não reajustar o preço para seus derivados, (ela só o faz quando esta precificação se mantém estável por um tempo), ainda assim não é motivo para se especular um aumento de frete da ordem de 15%.
A NTC este ano justificou que a categoria não reajustava seus valores a duas temporadas, se 2008A foi o período ideal para que isso acontecesse, 2009 seria totalmente inviável, ou há uma justificativa elucidadora para um reajuste desta grandeza, ou os valores devem ser muito bem estudados. Pois mais do que nunca, a oferta e demanda será o referencial da cotação de frete em 2009 e não as variáveis que citamos acima.
A crise financeira, dividiu o ano entre 2008A e 2008B e é a partir daí que o mercado se transforma em refém da especulação, bolsas em todos os paíse saem do +15% e despencam até o - 30% em questão de horas; governantes se reúnem, assim como suas equipes econômicas para tentar manter a serenidade (que já era volátil, mas agora então era fictícia) do mercado, e mesmo assim notícias de bancos quebrando e/ou se desfazendo lotam o noticiário.
Este resumo todos estamos cansado de ouvir e ler nos dias de hoje, apesar de no Brasil, ou na América do Sul como preferir, a economia tem sofrido menos com a crise, podemos notar que o produto mais vendido neste final de ano no mercado interno é: o crédito, sim, mais uma forma de tentar iludir o mercado com um:-"tá tudo bem!"
O governo têm aumentado o prazo para a quitação de impostos, empresas têm se esforçado para conseguir créditos junto aos bancos, enfim um emaranhado de subsídios para forçar um final de ano perto do normal, mas e 2009?
Imagino que o mercado continuará se esforçando para se manter, mas com o anúncio da meta de crescimento divulgado nesta semana de apenas 4% no PIB, estamos para viver uma desaceleração forte em nosso crescimento, e onde quero chegar relembrando isso tudo? Na cotação de frete para 2009!
Em algumas pesquisas, pude observar algumas variáveis que o setor contempla para a atualização de sua cotação, entre elas podemos citar: preço de combustível, renovação da frota, mão de obra, situação das estradas, complexidades na guerra fiscal entre estados, enfim uma série de pontos que dependendo da conjutura do mercado justificam, mas agora não... O barril de petróleo foi super desvalorizado em 2008B, apesar da petrobrás não reajustar o preço para seus derivados, (ela só o faz quando esta precificação se mantém estável por um tempo), ainda assim não é motivo para se especular um aumento de frete da ordem de 15%.
A NTC este ano justificou que a categoria não reajustava seus valores a duas temporadas, se 2008A foi o período ideal para que isso acontecesse, 2009 seria totalmente inviável, ou há uma justificativa elucidadora para um reajuste desta grandeza, ou os valores devem ser muito bem estudados. Pois mais do que nunca, a oferta e demanda será o referencial da cotação de frete em 2009 e não as variáveis que citamos acima.
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