Após um medíocre capítulo adicionado na história do exército, a população do morro da providência manifesta sua insatisfação com a permanência da instituição no local. Apesar da atrocidade que ocorreu, dos sentimentos dos familiares, que por mais que tentemos, jamais poderemos avaliar a dor de perder uma vida; um ente querido (não quero entrar no mérito do tipo de caráter tinha a vítima), ainda temos que pensar sobre a permanência do exército, entre suas atribuições históricas temos com ícone Duque de Caxias, " O Pacificador", que em sua carreira eliminou toda rebelião que se colocava contra o governo. Nos tempos de hoje, no Rio de Janeiro, este escopo não mudou, pois com a pretensão de levar as obras de aceleração da economia (PAC) aos carentes, o governo precisava de um ambiente seguro para manter os trabalhadores na empreitada, missão que apenas uma instituição conseguiu: o exército. Sabemos da realidade da violência em torno do tráfico de drogas e de como poderia existir barreiras para a implementação do PAC na comunidade, mas ao pacificar a região o exército conseguiu criar um ambiente mínimo de segurança para o trabalho no local.
E agora? bem agora, devido a este acontecimento, se ventila a condicional de se retirar o exército para se manter as obras. Querendo ou não, o exército impõe um respeito que a Polícia Militar não consegue manter, e acredito que a situação pode ficar cada vez mais complicada, caso haja a troca da segurança entre as instituições. Infelizmente por causa de uns (os militares que participaram desta covardia) as vantagens do PAC (segurança, moradia, economia, e etc...) pode ser vetada e ou prejudicada.
By DFC.
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