Pessoas se conhecem e se relacionam via internet; faculdades dão aulas a distância; famílias mantêm contatos com entes distantes através de conferências no computador. A tecnologia tem diminuido distâncias, tanto territorial, quanto entre pessoas. E como no início da história social da humanidade, o comércio também é afetado pela grande ferramenta que é a tecnologia, principalmente as interações via internet.
O comércio que começou como escambo (troca de mercadorias por outras mercadorias) foi evoluindo até chegar no molde que temos hoje, onde a mercadoria é trocada por um bem virtual (sim, aqui estou falando do dinheiro) e isto antes mesmo da internet. O dinheiro nada mais era, numa visão simplista, de um papel que representava um outro bem ou uma determinada soma e ou valores que por sua vez não era do próprio dinheiro.
Exemplificando, imagine um pequeno país na idade média que tivesse uma certa quantia em barras de ouro, este país, necessariamente, não precisaria transformar seu ouro em moedas para valorizar seu dinheiro, ao invés disso o próprio estado (governo do país) emitiria um papel que representaria uma certa parte deste ouro, assim caso este papel fosse reclamado, poderia ser resgatada a quantia.
Se pensarmos desta forma, trabalhamos com comércio virtual desde antes da invenção do computador (sinceramente... já pararam pra pensar nisso?). Hoje, porém, temos outras modalidades de dinheiro, tais como o cartão de crédito, o cheque e por aí vai.... que na minha concepção, numa visão micro representa o nosso capital como indivíduos e numa visão macro pode representar uma pequena parte do PIB de nosso país, é claro no aspecto virtual.
Com a tecnologia atual, conquistamos a segurança e a comodidade.... calma eu vou explicar! No método antigo, andávamos com dinheiro e íamos até o estabelecimento comercial para efetuar a compra; entre um ponto e outro ficávamos sucetíveis a assaltos e sequestros, além dos gastos das viajens, mas agora estes riscos "diminuiram", porque por mais que não soframos danos físicos o risco de roubo continua, mesmo no e-commerce (comércio eletrônico, via internet). É claro que algumas medidas se forem criteriosamente feitas, podem levar a zero a possibilidade de roubos eletrônicos, tais como:
- Comprar em lugares conhecidos e que tenham uma política séria e reconhecida no mercado;
- Acessar links onde apareçam o ícone de cadeado na barra de status, que representa que há segurança;
- Evitar acessar links recebidos via e-mail, principalmente de emitentes desconhecidos;
- Observar se na barra de endereço, o site visitado possui o httpS;
- Manter o próprio anti vírus atualizado;
- Verificar se na página que está acessando, todos as informações são referentes a empresa no qual você está efetuando a compra, pois existem páginas clonadas, para capturar senha.
Existem mais dicas de segurança, do que as postadas acima, e quanto mais o usuário estiver ciente delas, mais segura estará na transação. Posso dizer com conhecimento de causa, a compra via internet é um avanço nas transações comerciais e na comodidade para o cliente, já comprei vários objetos através de sites, no qual obtive desconto e chegou a mim no tempo acordado. Poucas pessoas sabem, mas hoje existe um verdadeiro aparato logístico (vide o post abaixo sobre logística) para manter as entregas em dia e manter a confiabilidade do sistema aos clientes; o próprio correio já possui um braço de sua estrutura totalmente voltado para a logística do e-commerce.
Ainda bem que a evolução chegou, logo teremos o teletransporte nos pacotes de viajens também, mas até lá, que tal fazer umas compras?
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